"Liberté"
Perdida no meu mar,
Nadando até ao fim do meu pensamento.
Perdida sem passado ou presente,
Voando até ao mais distante futuro.
Ninguém me pode achar,
Porque são só palavras,
E eu só junto as letras que quero…
Perdida com o meu fato transparente,
Acompanhada do meu amuleto de azar!
Livre? Claro…
Estou perdida
Não tenho mapa para seguir,
E ninguém me espera.
Livre! Perdida eternamente,
No livro da minha infância,
Na minha jogada ingénua e sorridente.
Livre.
Escrito por Sofia às 19h37
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"Ele" e nós...
Dizem que o objectivo principal dele é iluminar. Hoje aqueceu! Aqueceu uns que traziam capas, outros que estavam livres, e outros que limpavam a mente com cada raio e cada rajada!
No fundo não faz sentido dizer que ele só tem uma função. Afinal ele significa luz, felicidade e liberdade! Um porquê esquisito e irrequieto, é verdade, mas real e tocavél também.
Afinal há livros que se escrevem por diversas razões, outros por nenhumas, mas este... este é diferente e livre à imaginação e memória de cada um. Listas de compras, papeis arrugados, carros limpinhos, ventos fracos e elas! Aquelas que pomos nos livros. Aquelas que ficam connosco, ainda que por isto, ou por aquilo, ou porque simplesmente querermos guardar! Aquelas que nos limpam os problemas no momento em que pensamos nelas, e aquelas que choram connosco com saudades de voltar! Mas não! Há aquelas que voltam, e voltam, e voltam, e voltam...
Ficam, e ficam, e ficam!
Mas tudo recomeça... mas tudo se cria de novo... mas tudo é porque queremos!
Porque sim,
Porque eu quero.
R. dixit!
Escrito por Rita às 23h13
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