O Nosso Reflexo

22/02/2008

Inquebrável ou Quebrável?

Quando os outros sabem que não somos inquebráveis… Terão a chave para não nos magoar? Ou será precisamente o contrário? Sabendo que somos fortes que nem uma rocha ao sermos assim quebráveis, não nos magoarão?!

Ser fraco… é um passo para ser forte… E se a maioria da gente á volta acha que somos inquebráveis… é porque somos fortes!

Ser quebrável… é ser forte! Será que sim? Será que não?

Já houve alguém na minha vida que me disse que eu era mais forte que ela… será? Não terei apenas algum disfarce? Uma capa para ninguém ver o que vai dentro… apesar de ser eu à mesma… será que alguma vez na minha vida poderei ser a pessoa quebrável que sou?!

 

Enfim… vou continuando a tentar ser inquebrável!

 


Escrito por Sofia às 16h00
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12/02/2008

Carta ao público da minha mente...

Fevereiro de 2008

 

Provavelmente vai sair um comentário com o qual poucos concordam, mas como, cada vez mais, eu acho que vivemos numa selva, preciso de dar o grito do Tarzan. Neste caso da Jane.

Em todo o lado existem pessoas diferentes, é verdade e não teria piada se não fosse, mas é assim tão importante evoluir com as gerações em alguns aspectos?

Ora vejamos…Eu quando era pequenina, via filmes de príncipes e princesas, via a Bela Adormecida, a Cinderela, A Branca de Neve, entre muitos outros, e brincava exactamente a isso. Brincava às Barbies e a tudo aquilo que tivesse ou que eu pudesse imaginar finais felizes. Cresci no meio de tudo isso, vivi coisas que me fizeram acreditar que os finais felizes por muito longínquos que nos pareçam, acontecem todos os dias de manhã. É um final feliz, uma realização e algo a que ninguém dá valor, acordar todos os dias de manhã.

Mas tantas palavras para quê? As perguntas são simples… Porque é que as meninas de hoje em dia deixaram de sonhar em ser princesas e passaram a sonhar ser rainhas das festas?

Porque é que se chama ridículo a coisas que fizeram parte da infância de outros? Porque é que os pais, cada vez mais, alimentam essas chamadas “evoluções”?

Não tem mal nenhum em crescer a ver filmes da Disney, ou brincar com bonecas que têm o protótipo que nos foi impingido de princesas, pelo contrário!

Salientando a faixa etária dos mais jovens, pois os dramas existenciais fazem parte, cada vez mais, há quem se queixe da sua vida e, cada vez mais, isso é visível a olho nu. Precisam de disparar em todos os sentidos e rezar para que acerte em algo ou alguém.

E mais uma vez a pergunta é… “Porque é que acertam sempre nos mais fracos?”

Outra das particularidades das pessoas é palpitar sobre coisas que não dominam, somente para terem sempre algo a dizer. Falam, falam, falam e só sai AR!

Ainda que muitas destas coisas sejam escandalosas, há sempre aqueles que acham que fica bem arranjar um tema para “debater em praça pública”.

E chorar? Chorar faz bem, e á partida é o chorar que limpa a alma. Virão daí as almas sujas? Neste caso a sujidade pode-se denominar de varias maneiras, mas não me apetece estender o tema, pois teria de arranjar mais adjectivos.

E arranjar problemas? Outra pergunta… Não acham que este mundo já tem problemas demais para se arranjar mais um…ou dois… ou três… ou quatro… ou cinco… ou aqueles que arranjamos todos os dias?

Sabendo ver o lado mau dele (mundo), não deveríamos saber ver o lado bom?

E ele? Desta vez Ele Todo o Poderoso (seja lá ele o que for) que é tão amigo e tão inteligente e as pessoas têm a mania de subestimá-lo e criticá-lo?! Diz-se, e com muita sabedoria, que as coisas têm a importância que nós lhes damos. E não será a fé uma coisa? Basta acreditar para concretizar.

Achar que há coisas que não superamos está errado! Ele só nos dá aquilo que podemos superar, e quem diz o contrário é porque tem ainda muito para levar ás costas. Para quê tanto filme? Sim, o desespero é sempre o maior problema.

O que é normal hoje em dia, foi anormal numa geração anterior.

Conclusão?

A evolução em certos aspectos é muito positiva, mas noutros, não se devia chamar evolução, pois muitas das vezes é exactamente o contrário.

Cheguei a pensar que, como se diz que a maioria ganha, eu era a louca e tinha os conceitos trocados, mas depois de tudo isto, posso dormir descansada. Os loucos são eles!

E nunca ninguém disse que a vida era fácil…

 

Rita Ferreira


Escrito por Rita às 20h54
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07/02/2008

Certezas essas...

É facil “julgar”, fácil falar, facil pensar... mas e as certezas? O nome, de algum lugar virá, não é certo? Vamos lá ver... se se julga, fala ou pensa sobre alguém, é preciso ter aquilo a que chamamos: certezas! Não são balelas. A palavra em si existe, mas não é só para efeitar.

Ora pensem, imaginem, criem, falem... mas não julgem sem certezas!

 

TU E TU... não as têm. Porque será?

 

Viva as teorias manhosas, e á imaginação desconhecida que se encontra nos pensamentos e conclusões á pressão! Vivam as flores, as serpentinas e os rebuçados.. viva ela... mas acima de tudo! VIVA NÓS!

 

Hasta la próxima!

 

 

Rita Ferreira


Escrito por Rita às 15h09
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